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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Speachless!



Foi ontem! E eu estava lá... chorei como uma criança! Quanta emoção! Que fase esta que estou vivendo em minha vida! Sou casada com um homem que amo tanto, estou grávida do meu primeiro filho, numa gestação perfeita, tranquila, sem contratempos... e pra fechar, ontem fui ao Morumbi ver o show do Paul Mc.
Estou em êxtase, emocionada, feliz, com o peito cheio. Não consigo nem expressar o que senti ontem quando as luzes se apagaram e eu sabia que o show ia começar!

Vejam aqui uma matéria publicada pela revista Veja, com detalhes do show de ontem.
Sem palavras... hoje, estou flutuando!! Obrigada Paul!! :)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O efeito Budha!


É engraçado o 'efeito Budha' na gravidez: não apenas tomamos formas mais arredondadas, como, conforme a barriga vai crescendo, automaticamente as pessoas te cumprimentam e passam a mão na sua barriga, acariciando. Particulmente, desde que exista uma certa intimidade, eu não me importo. Mas já ouvi dizer que algumas mulheres se sentem invadidas, quando suas barrigas são tocadas.

Falando ainda sobre a figura do Budha, este título é dado àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos e se puseram a divulgar tal redescoberta aos demais seres. "A verdadeira natureza dos fenômenos", aqui, quer dizer o entendimento de que todos os fenômenos são impermanentes, insatisfatórios e impessoais. Tornando-se consciente dessas características da realidade, seria possível viver de maneira plena, livre dos condicionamentos mentais que causam a insatisfação, o descontentamento, o sofrimento.

Segundo a filosofia budista, passar a mão na barriga do Budha traz sorte! Sendo assim, neste estágio que me encontro, posso dizer que sempre me minha barriga é tocada, Miguel, lá de dentro, emana sorte à todos, que vem em nossa direção com bons sentimentos e intenções! :)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Oldies!


Sempre achei penteadeira coisa de velha! Quando você entra num ambiente e dá de cara com uma, dá a sensação que está no Palácio de Versailles ou então em alguma sala do Louvre! rs rs... Mas não é que essa versão modernosa da Pottery Barn é cheia de estilo?? Gostei! :)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Decoração com estilo e bossa

Olhem só que exemplos bacanas de decoração diferenciados para quartos de bebê! Eu não sou muito fã de amarelo, mas esta combinação de cores e estilos ficou linda!



Taí mais um exemplo diferenciado - o que tinha tudo pra ser um quarto mais do que óbvio para meninos (azul e branco), com um pequeno toque nas paredes, com desenhos geométricos feitos em MDF, o visu tem uma bossa e tanto!


E essa árvore super estilosa... AMEI!!!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Abraços Partidos



Ok, eu sei que estou bem uns 6-8 meses atrasada, mas só há dois dias assisti o novo filme do Almodóvar, Abraços Partidos. Pra variar, mais uma OBRA PRIMA do diretor! Estética perfeita, filme bem amarrado, com suspense, drama, cenas de sexo que só o Almodovar sabe dirigir, ou seja, impecável, imperdível...

E a Penélope Cruz está deslumbrante, além de sua atuação, que dispensa comentários! Fica a dica! Quem não viu ainda, corre!! :)

terça-feira, 16 de março de 2010

A relação entre a vida e a morte...

Na semana passada, perdemos uma pessoa super querida em nossa família, o Sr. Manoel. Apesar de ele já estar velhinho e doente, é sempre dificil receber a notícia. Saber que a morte faz parte da vida todo mundo sabe... saber que um ciclo sempre se encerra, também não é novidade... mas é óbvio que quando a gente sabe que nunca mais vamos ver uma determinada pessoa, uma certa angústia desconcertante invade o peito da gente...

Eu sou espírita, então para esta religião, existe a vida após a morte. O entendimento com relação a essa nova etapa da vida é sempre mais fácil para os espíritas. Mas ainda sim, o fator emocional nessas horas supera as crenças e até a própria fé, especialmente quando estamos falando da perda de alguém que a gente gosta tanto... :(

Fato é que estamos na vida pra ser feliz! Pelo menos é a minha premissa e conduta ao longo dessa jornada por aqui. E independente de quanto tempo a gente tenha aqui na Terra, o melhor é viver intensamente, amar loucamente, ter postura de vida, ser correto, ter amigos e cultivá-los, além de prezar pela bondade no coração. Cada um tem uma vida só (na teoria espírita, isso muda, mas isso é papo pra outro post) e ela deve ser vivida imensamente, absolutamente... sem freios para a felicidade plena!

Ao Sr. Manoel, dedico essa mensagem a você, e torço para que esteja num lugar super bacana, e próximo de bons espíritos. Sigo pensando em ti com muito carinho e admiração. Boa viagem! :)

terça-feira, 9 de março de 2010

TIM fantástico BURTON


Eu AMO o Tim Burton! Acho o cara absolutamente incrível, de uma imaginação fora do comum, além de talentosíssimo! E estou mega ansiosa pra ver o seu novo filme "Alice no País das Maravilhas". Hoje saiu uma entrevista super bacana dele na FSP, que reproduzo aqui:

Tim Burton, o deslocado
Por Fernanda Mena
Enviada especial a Londres

Tim Burton acha que estranho mesmo é o mundo fora das telas. “Tudo está cada vez mais estranho, e não mais normal”, disse Burton, 51, à Folha em Londres, às vésperas do lançamento de seu novo filme, “Alice no País das Maravilhas”.

Inspirado na obra homônima de Lewis Carroll, um dos clássicos da literatura mundial, Burton criou uma versão da história em 3D repleta de distorções bizarras, figurinos sofisticados, cenários e personagens fantásticos. “Seus personagens foram tão explorados na cultura pop que encarei a obra como aberta a interpretações.”

O filme custou à Disney cerca de US$ 240 milhões (ou R$ 420 milhões). Estreou nos cinemas dos EUA e da Europa na última sexta-feira, e chega ao Brasil dia 23 de abril. “Alice” bateu o recorde histórico de bilheteria de estreia em final de semana para um filme que não é continuação, arrecadando cerca de US$ 210 milhões pelo mundo.

Em uma mesa-redonda com o diretor, da qual a Folha participou, Burton falou durante 15 minutos sobre o projeto “Alice”. Ao entrar na sala, agitado, sentou-se à mesa e disparou: “De quem é essa colher aqui?”, perguntou, segurando uma colher de chá deixada sobre a mesa por sua mulher, Helena Bonham Carter, que acabara de deixar a sala de entrevistas. Carter cercou-se de uma garrafa de água, uma xícara de chá e outra de café para conversar com os jornalistas. “Alguém precisava inventar uma bebida que misturasse chá, água e café. Só assim Helena não deixaria esse tipo de vestígio por aí”, brincou ele.

Passado o entreato, teve início a entrevista. Gesticulando sem parar, com seus cabelos para cima e olhos arregalados sob os óculos de lentes azuis, o diretor discorreu sobre o fascínio pelos personagens de Carroll.

PERGUNTA - O que lhe interessou na obra de Lewis Carroll?
TIM BURTON - Não foi tanto a história que me interessou, mas seus personagens. Para falar a verdade, não me lembro de ter lido “Alice no País das Maravilhas” na infância. Mesmo assim, eu conhecia os seus personagens por meio de músicas, imagens e ilustrações. Eles estão tão arraigados na nossa cultura, são tão poderosos como imagens, que não precisei ler Carroll para saber que aquilo era fascinante.

PERGUNTA - Por que personagens têm tanto impacto até hoje?

BURTON - Aí é que está a beleza desta obra. Por mais que tenham sido feitas mil análises sobre “Alice no País das Maravilhas”, a história permanece um enigma e seu poder se mantém ao longo dos anos. Entrar em contato com essa história é como quebrar o “Código Da Vinci”. Eu amo isso! Carroll fez algo que você não consegue penetrar realmente, que não fala ao raciocínio lógico, mas que dialoga com algo profundo em todos nós, algo subconsciente. Para mim, esse é o tipo de criação mais puro e fascinante que existe.

PERGUNTA - A fronteira entre sonho e realidade, muito forte em “Alice”, é o território preferencial de seus filmes. Por quê?

BURTON - Porque o mundo está ficando mais estranho, e não mais normal. No entanto, as pessoas continuam se esforçando em separar realidade de fantasia, quando essa divisão está cada vez mais embaralhada por conta da internet, da televisão etc. Para mim, fantasia sempre foi uma forma de explorar a realidade. Essa é a razão por que gostei tanto de fazer “Alice”. Nela, a vida interior, os sonhos e as imagens bizarras que uma imaginação pode produzir são, no fim das contas, reais e se transformam em ferramentas importantes para lidar com questões concretas.

PERGUNTA - Houve algum tipo de limitação nas mudanças feitas no enredo original de Carroll?

BURTON - Existem mais de 20 versões de Alice que, a meu ver, sofrem do mesmo problema: tentam ser muito literais. É por isso que nunca me conectei com nenhuma delas. Aquilo de que gostei do roteiro de Linda [Woolverton, roteirista] foi o fato de ela ter pego o universo de Alice e o ter colocado num contexto um pouquinho diferente, criando uma Alice mais velha, com 19 anos. O meu objetivo foi tentar da melhor maneira possível ser verdadeiro com o legado e o espírito dos personagens de Carroll, e não com a história em si. Segui meus instintos e minhas emoções sem medo. E, para mim, essa é a mensagem de “Alice”: continuar a ver as coisas de formas novas, diferentes e estranhas, algo saudável e artístico ao mesmo tempo.

PERGUNTA - Seus filmes sempre trazem personagens deslocados, que parecem não se encaixar no contexto em que vivem. Alice também é uma deslocada?

BURTON - Certamente! Ela não se encaixa no mundo nem na idade que tem. Está naquela fase esquisita em que não se sente confortável na própria pele. Há uma certa tristeza naquele personagem, e me identifico muito com ela nesse sentido. Acho que de tempos em tempos me sinto esquisito, desconfortável. Isso se torna mais forte em certas fases da vida. Do início da adolescência aos meus 20 e poucos anos foi um período muito complicado e difícil porque não me identificava com nada nem ninguém. É uma sensação que não abandona você nunca mais. Fica lá em algum lugar por mais que você esteja feliz e realizado. Toda vez que completo uma idade redonda, 30, 40, 50 anos, também enfrento esse desconforto por me sentir vulnerável, em transição.

PERGUNTA - Para fazer o filme, você já declarou ter se inspirado em desenhos que Arthur Rackman fez para a história de Carroll. O que há de especial neles?

BURTON - Para começar, hoje eu vivo na casa que era o antigo estúdio de Rackman. É um carma muito bizarro! Ele fez ilustrações de Alice e do Cavaleiro Sem-Cabeça, e hoje moro na casa dele! É incrível! Conheci seu trabalho ainda pequeno, quando vi algumas ilustrações que acompanhavam um conto de Edgar Allan Poe e achei que eram imagens de grande impacto. Por isso sabia de suas ilustrações para um livro de Carroll e as usei como referência.

PERGUNTA - Seu primeiro emprego foi na Disney. Como foi trabalhar novamente lá?

BURTON - Tenho uma relação engraçada com a Disney. Eles já me convidaram para projetos e depois me mostraram o caminho da porta de saída umas cinco vezes (risos). É uma relação de amor e ódio. Eles me adoram e chamam de volta, depois ficam com raiva de mim e me chutam pra fora. Eu tenho certeza de que isso vai continuar. No caso de Alice, eu disse que queria fazer esse material, sem ser muito sombrio ou fazer nada muito maluco. O material é esquisito o suficiente! É tão subversivo que, se fosse feito hoje em dia, provavelmente seria banido!

PERGUNTA - E é literatura infantil!

BURTON - Pois é! Se fosse produzido nos dias de hoje, jamais seria chamado de literatura infantil. Seria, provavelmente, proibido para crianças. E talvez para adultos também!

PERGUNTA - Você já foi visto como um cineasta underground, mas agora está fazendo um filme para a Disney. Qual é a diferença?

BURTON - Eu converso com muita gente que faz filme independente e percebo que os problemas são sempre os mesmos: você precisa da grana de alguém, seja de um estúdio ou de algum ricaço maluco, o que pode ser ainda mais complicado. A natureza do cinema é essa. Eu entendo essa natureza e aprendi a aceitá-la. Hoje consigo fazer filmes grandes ou de orçamento pequeno.

PERGUNTA - Esse é o oitavo filme que você faz com Johnny Depp. Que tipo de alquimia existe entre vocês?

BURTON - Nós nunca pensamos nisso, e talvez seja essa a mágica. Nós vivemos o presente, não pensamos no que já fizemos nem no que vamos fazer no futuro. Além disso, temos um gosto muito parecido, e isso ficou muito claro pra mim em “Edward Mãos de Tesoura”. Temos um atalho na comunicação que torna tudo mais fácil e divertido.

PERGUNTA - Como foi fazer um filme em 3D? Este é o futuro do cinema?

BURTON - Eu não sei se teria feito esse filme se não fosse 3D. A proposta me pareceu uma mistura de mídias interessante. E isso me deixou muito animado. O 3D é mais uma ferramenta. Algo que tem potencial de adicionar mais uma camada extra de sensações ao cinema. Existe a música, a cor, o movimento... e o 3D. Mas essa tecnologia não vai ser salvadora de nada nem a razão de ser do cinema. Pode acreditar que nos próximos meses será lançada uma porção de filmes 3D bem porcarias porque muita gente vai achar que basta ser 3D para ser bom. É a nova onda.

PERGUNTA - Qual será seu próximo projeto?

BURTON - Vou refilmar “Frankenweenie”, o segundo filme da minha carreira, em 3D.


E apesar da cara e jeito esquisitão, lendo a matéria dá pra perceber que ele é mais lúcido do que todo o resto do planeta. Finalmente alguém que pensa fora da caixa! :)

quinta-feira, 4 de março de 2010

GILTY PLEASURES...


Confesso! Tenho alguns 'gilty pleasures' na vida... eu ADORO Roupa Nova e adoro também as bandas farofas da década de 80. Algumas são incríveis, mas confesso que gosto até das mais péssimas, rs rs rs...

Aquela alegria das músicas, muito make up, calças justas (praticamente à vácuo, heheh), letras sobre 'beber até cair', etc,  sempre achei divertido... além de ter coroado com louvor toda a minha adolescência! :)

Pra vocês que compartilham do mesmo gosto que eu, deixo aqui um link dos meus favoritos: sim, eu adooooooooro Poison! E esse é o novo trabalho solo, do Bret Michaels, vocalista da banda.

Confiram! Eu, sem me sentir culpada, ADOREI A MÚSICA! :)
http://www.tbs.com/video/index.jsp?oid=209590

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Carnaval Cinéfilo

Não gosto de Carnaval! Aliás, quanto mais longe estiver dos batuques, melhor! Nada contra quem gosta, muito pelo contrário. Tem lá sua beleza, mas simplesmente, não é pra mim!

Ou seja, basicamente meu carnaval foi dedicado a coisas que eu realmente gosto: sol, piscina, aconchego nos braços do maridão (com o cão entre nós, sempre!), passeios no parque, e excelentes filmes. Vimos 'Bastardos Inglórios' e 'Tinha que Ser Você'!

Tarantino realmente se superou!! Bastardos Inglórios é, definitivamente, seu melhor filme! Fotografia linda, diálogos perfeitos, humor na medida certa e claro, sangue! (rs rs rs). A história começa na França ocupada pelos nazistas, quando Shosanna Dreyfus testemunha a execução de sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa. Após uma introdução brilhante do filme, a jovem consegue escapar e foge para Paris, onde cria uma nova identidade como dona de cinema. Enquanto isso, também na Europa, o tenente Aldo Raine (Brad Pitt)  monta um grupo de soldados judeus com o objetivo de matar nazistas. Conhecido por seus inimigos como Os Bastardos, o esquadrão de Raine se junta à atriz alemã e agente infiltrada Bridget Von Hammersmark em uma missão para derrubar os líderes do Terceiro Reich. E os destinos convergem para o cinema de Shosanna, onde ela está planejando a sua própria vingança.

Em 'Tinha que Ser Você', Harvey (Dustin Hoffman) é um pianista de jazz que ganha a vida escrevendo trilhas sonoras para comerciais de televisão. Kate (Emma Thompson) trabalha para uma agência de pesquisas num aeroporto londrino. Ele viaja para a Inglaterra para comparecer ao casamento da filha.

Harvey e Kate encontram-se por acaso no aeroporto, depois que ele descobre que foi despedido (por telefone) e que sua filha prefere ser acompanhada ao altar pelo padrasto. Do flerte casual, surge uma amizade verdadeira, com diálogos ácidos, porém super verdadeiros!

Achei que seria mais um romance despretensioso, mas o roteiro é super maduro, sensível! Aborda assuntos universais como solidão, culpa, remorso, desejo, esperança... sem pieguices!

Ah, só o cinema (sempre presente em minha vida, ao lado da música!) pra me ajudar a sobreviver ao Carnaval!!! ;)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Vai começar a carnificina mental e espiritual: Big Brother Brasil 10!

Reproduzo abaixo a melhor descrição sobre o BBB10, escrito pelo brilhante jornalista e blogueiro Marcelo Migliaccio, do Jornal do Brasil! Concordo com ele em gênero, número e grau. Confiram!

"Vai começar a carnificina mental e espiritual: Big Brother Brasil 10!
Alegrem-se, retardados mentais, sádicos, masoquistas e cínicos, o tratador acaba de abrir a porta da jaula para lhes dar sua ração anual de lixo perfumado.

Vai começar o retrato mais nítido do apocalipse, o BBB10.
Desta vez, os gênios televisivos capricharam e queimaram seu único neurônio tetraplégico até ele virar cinza para descobrir um meio de tornar esse circo de horrores ainda pior que o do ano passado.

Garimparam, entre as milhares de fitas enviadas por bossais que sonham ganhar R$ 1 milhão, um time que promete se engalfinhar, aceitar sessões de tortura e pagar toda a sorte de micos diante das câmeras. Pelo que li (afinal, a nova versão da carnificina mental e espiritual é assuno em todos os jornais) é que vai ter uma lésbica assumida, uma drag queen e uma policial militar no grupo de jovens saradões. Todos trancados numa casa cenográfica durante três meses.

Uau! Satanás deve estar se mordendo de inveja e imaginando com seu advogado um jeito de cobrar royalties da emissora, porque isso não é coisa que se faça com um ferrabrás que vem inspirando com tanto esmero roteiristas e produtores há anos sem cobrar nada.

Os órfãos do Coliseu lambem os beiços. Mal podem esperar pela estréia, quando aqueles infelizes vão ser torturados sem dó. Quem sabe este ano colocam um dos incautos numa jaula com um leão. Vai ser o máximo!!!!

E não se esqueçam de chamar suas crianças para assistir, porque a fábrica de doentes mentais não pode parar!"

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

PinkStinks

Finalmente, alguém compartilha da mesma opinião que eu! Não só detesto cor de rosa, como acho um saco que tudo para meninas é feito dessa cor. Hello??? Alguém conhece a escala Pantone? Tá faltando cor ou criatividade?

http://www.pinkstinks.co.uk/

Vejam só a matéria que foi publicada hoje, na Folha Online.

"Duas mães inglesas declararam guerra ao que chamam de "rosificação" - a onipresença da cor rosa no universo das meninas -, um fenômeno relativamente recente que vai além da cor e que, segundo elas, limita as aspirações das pequenas.

Emma e Abi Moore, duas irmãs gêmeas de 38 anos, lançaram a campanha no blog PinkStinks (Rosa é uma droga) em 2008 para desafiar a cultura do rosa baseada na beleza, em detrimento da inteligência, que é imposta às meninas praticamente desde o berço.

"Queremos abrir os olhos das pessoas para o que está se passando no marketing dirigido às crianças", explica Emma Moore, que critica duramente a tendência rósea que vai da moda até os brinquedos. "Queremos que as meninas saibam que podem ser tudo que quiserem ser, independente dos que os fabricantes queiram vender para elas."

As empresas investem 100 bilhões de libras (US$ 160 bilhões) anuais apenas no Reino Unido em publicidade para conquistar o lucrativo mercado das crianças, ávidos consumidores futuros, segundo um estudo governamental publicado na semana passada.

Basta entrar em qualquer loja de brinquedos para perceber a monocromia que reina nas seções para meninas. O rosa não é apenas a cor das bonecas e fantasias de princesa, mas também das bicicletas, telefones e até mesmo brinquedos até então unissex.

"Isso nem sempre foi assim. Nos anos 70, quando crescemos, o Lego era apenas o Lego, com todas as cores", afirma Emma. "Agora o Lego para as meninas é rosa e tudo gira em torno de cavalos alados e fadas. Isso não é natural."

Também existem versões cor de rosa do jogo de palavras Scrabble, com a palavra "fashion" (moda) formada na tampa da caixa, e do Monopoly (Banco Imobiliário), onde as casas e hotéis foram substituídos por lojas e shopping centers.

Segundo as militantes, até pelo menos a Primeira Guerra Mundial o rosa era a tonalidade dos meninos, enquanto o azul claro era considerado mais apropriado para as meninas. Para elas, a "rosificação" extrapola a cor.

Os brinquedos para as meninas reproduzem em sua maioria atividades consideradas femininas, como o cuidado de bebês, a limpeza da casa e cuidados com a beleza, o que incute nelas cada vez mais a atual "obsessão pela imagem".

"Muitos desses produtos parecem bastante inofensivos, mas se somam a essa cultura de celebridade, fama e riqueza, que está danificando as aspirações das meninas sobre o que podem ser", assinala Emma.

A campanha, que conta com milhares de seguidores no Facebook, gerou polêmica no Reino Unido, onde um jornal classificou as irmãs Moore de "feministas severas e sem senso de humor".